Creatina como suplemento ergogênico

Muitos suplementos proteicos fazem parte do plano alimentar diário de atletas e praticantes de atividades físicas como um recurso ergogênico. A indústria dispõe de uma variedade deles, sendo que cada um pode apresentar uma função diferente no desempenho físico e esportivo.

Um dos suplementos mais utilizados nos últimos tempos tem sido a creatina, um composto de três aminoácidos (arginina, glicina e metionina), não essencial, já que o próprio corpo produz, e que tem por principal ação participar dos processos de produção de energia no corpo.

A necessidade diária de creatina é de aproximadamente 2 a 3 g/dia, sendo que, a metade desta necessidade é obtida através da ingestão alimentar, especialmente de carnes e peixes, e a outra metade é sintetizada nos rins, pâncreas e principalmente no fígado através de outros aminoácidos.

É utilizada no esporte para suplementação em atividades de alta intensidade e curta duração como levantamento de peso, corrida de velocidade, saltos, entre outros. Atividades de baixa intensidade não parecem ter melhora com a suplementação de creatina, diz Vandebuerie, et al.

Os benefícios da creatina estão ligados à capacidade de o indivíduo treinar mais intensamente, e assim, aumentar sua força, o que implica em nenhum efeito da suplementação em indivíduos sedentários.

Sua absorção ocorre de forma mais intensificada se ingerida juntamente com alguma bebida contendo carboidratos, como um suco de frutas por exemplo.

É sabido também que o ganho de peso pela suplementação de creatina ocorre pelo aumento de massa muscular e também pela retenção de água, o que pode causar diminuição no desempenho.

Existem alguns esquemas para suplementação de creatina. Pode-se utilizar do esquema com fase de ataque (primeiros dias com alta dosagem de creatina) dando continuidade na fase de manutenção (diminui-se a dose de creatina), ou, a fase de ataque torna-se desnecessária e o individuo já inicia na fase de manutenção. A prescrição deve ser avaliada e realizada por um profissional nutricionista, que irá considerar a intensidade do exercício, a ingestão proteica diária, individualidades e necessidades do indivíduo.

Fica claro que o uso de creatina de nada adianta sem a prática de atividade física regular e intensa, que também deve ser orientada por um profissional gabaritado, neste caso, o educador físico.


Para orientações personalizadas >> clique aqui <<


 

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